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26 de Fevereiro de 2010 - 15:37 Diretor da Bühler visita a FAG e acerta detalhes para parceria do moinho-escola
Na manhã desta sexta-feira (26), a direção da FAG esteve reunida com o diretor da Bühler para a América do Sul, Beat Weilenmann e também com representantes de entidades como a Abitrigo, Sinditrigo-PR e Fundetec, para acertar mais detalhes da parceria para a construção do moinho-escola. Durante a reunião, a FAG apresentou uma série de propostas de cursos que envolvem as graduações da instituição e que serão desenvolvidas de forma pedagógica, com a participação de professores e acadêmicos. “Queremos delinear o que a FAG vai oferecer, para que a gente possa atender a demanda dos moinhos. Por isso estamos discutindo essas necessidades”, destaca o diretor geral da FAG, professor Sérgio de Angelis. “Os representantes demonstraram a necessidade de um aperfeiçoamento maior na área de gestão, por exemplo. Agora vamos viabilizar um curso que atenda esse pedido”, destaca o diretor. O diretor da Bühler para a América do Sul, Beat Weilenmann, diz que a empresa será parceira e aposta nesse novo moinho-escola. “Temos mais de 30 anos de experiência nessa área, e não vamos medir esforços para tornar o local um centro de excelência. Em um moinho-escola, o foco é a aprendizagem. Todos os ajustes necessários podem ser feitos para que o aluno aprenda a otimizar os processos, tornando-se um profissional altamente qualificado”, ressalta. Para o presidente do Sinditrigo/PR e um dos vice-presidentes da Associação Brasileira da Indústria do Trigo, Marcel Vosniak, esse será um grande passo para os moinhos de todo o sul do país. “Vamos proporcionar treinamento qualificado, com baixo custo. Isso certamente vai agregar valor ao produto dos moinhos”, destaca. Para o responsável pelo Projeto Trigo na FAG, professor Dermânio Tadeu de Lima Ferreira, a estrutura que a instituição vai oferecer será a mais completa, tanto na parte técnica quanto na parte teórica. “O Paraná é uma das regiões que mais produz trigo no Brasil e assim mesmo, poucas ações para o desenvolvimento de toda a cadeia são desenvolvidas”, comenta Tadeu.
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