Curso de Psicologia realiza Projeto Integrador sobre as áreas emergentes da psicologia

HÁ 29 MESES|23/11/2023|EM Direito2 MINUTOS DE LEITURA

Atividade foi realizada no bloco 3, e contou com batalhas de rimas e trabalhos sobre luto, envelhecimento, escuta especializada e tratamento humanizado

Curso de Psicologia realiza Projeto Integrador sobre as áreas emergentes da psicologia

O 10º período do curso de Psicologia do Centro Universitário FAG realizou, nesta quarta-feira (22), o Projeto Integrador da turma. Organizado pela professora Adriana Salvi Merli, o objetivo do projeto era abordar as áreas emergentes da psicologia. 

“A turma foi dividida em alguns grupos, e cada um dos grupos elegeu, e eu validei, a proposta de apresentação de temas emergentes e contemporâneos dentro da psicologia. A partir disso, os acadêmicos fizeram uma mostra, chamando a atenção do público para ouvir as apresentações sobre as ideias”, explica a professora. 

Os temas abordados pelo grupo foram: intervenções utilizadas em UTI Neonatal: recursos para um tratamento humanizado; concepção de morte e luto para crianças; o papel do psicólogo no depoimento especial e na escuta especializada; psicologia e o envelhecimento; e batalhas de rima e psicologia social. 

A atividade reuniu um grande número de visitantes, que passaram pelos estandes de apresentação e acompanharam as batalhas de rap. A docente explica que o intuito com as batalhas é entrelaçar a psicologia, a prática social e a arte. 

O acadêmico Vinícius Voigt explica que Cascavel possui 6 batalhas de MC’s: Batalha da Biblioteca, Batalha do Salão, Batalha da MZ, Batalha da Catedral, Batalha do Dedão e Batalha da Selva, e todas estiveram presentes na atividade. 

Além disso, Vinícius relata que, em 2023, o movimento das batalhas realizou, em conjunto com a Secretaria Municipal de Assistência Social, mais de 50 intervenções culturais e psicossociais em colégios municipais e estaduais e universidades públicas, na intenção de estabelecer um diálogo entre a educação e o hip-hop. “O rap tem a capacidade de superar barreiras geográficas e culturais, porque se faz presente não só nas ruas, mas dentro das instituições. Através da cultura, podemos agir na prevenção e recuperação de condições de violação dos direitos da criança e do adolescente, oferecendo à periferia acesso à educação, à cultura e à saúde”,  conclui.

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