Fono aplica metodologia ativa e acadêmicos desenvolvem maquetes
O sistema auditivo foi reproduzido com massa de modelar. Estudantes do primeiro período fixam conteúdo de maneira leve e divertida
O curso de Fonoaudiologia do Centro Universitário FAG seguindo as técnicas de metodologias ativas desenvolveu uma atividade diferenciada com os acadêmicos do primeiro período da graduação. Na disciplina de Fundamentos em Fonoaudiologia os alunos tiveram que produzir maquetes reproduzindo o sistema auditivo humano.
A professora Vandriéle Herber explica que a matéria tem como objetivo fazer uma introdução de todas as áreas de atuação do profissional e uma delas é a audiologia, ciência que estuda os aspectos da audição e otoneurologia. "Como essa atuação é pautada na prevenção, avaliação, diagnóstico e tratamento de alterações auditivas é de extrema importância que os alunos entendam de maneira muito clara sobre todo esse processo", diz.
Conforme a docente, analisando experiências anteriores, ela pôde perceber que necessitava ampliar a forma de aplicar o conteúdo, deste modo decidiu introduzir as técnicas de metodologias ativas. "A ideia era de reproduzir as estruturas do sistema auditivo em forma de maquete, e para isso poderiam utilizar materiais de fácil acesso já que estão em casa, sugeri que utilizassem massa de modelar", conta.
Vandriéle acrescenta que além de reproduzir as estruturas, os alunos deveriam pesquisar sobre a função de cada parte no processo de audição e os caminhos por onde o som passa desde quando é captado até a chegada ao córtex auditivo. "Nossa proposta inicial era a apresentação em sala de aula, mas a pandemia mudou os planos, contudo não deixamos de apresentar e fizemos online, foi um sucesso! Os alunos se empenharam bastante e tiveram muito capricho", elogia.
Desafio
Luci de Lourdes Trevisol Glaba, acadêmica do primeiro ano, diz que a atividade proposta pela professora Vandriéle em um primeiro momento foi um grande desafio. "Construir um sistema auditivo utilizando massa de modelar parecia impossível. Foram várias tentativas até se chegar ao mais próximo possível. Apesar de trabalhosa, a atividade foi de grande valia, pois me proporcionou a possibilidade de compreender melhor o funcionamento do sistema auditivo, bem como o trajeto que o som faz desde que captado no ambiente, os caminhos que esse som percorre, cada movimento, para enfim chegar ao cérebro".
"O aprendizado que tive através da realização da atividade com certeza ficará comigo por toda vida". A acadêmica, que também é professora da rede municipal de Corbélia afirma ainda que "este curso tem muito a contribuir com a minha profissão, para o aprendizado e o bom andamento do desenvolvimento escolar, pois a Fonoaudiologia tem uma área dedicada ao estudo da fala e da audição", fecha.
"Me arrependo de não ter começado o curso antes"
A acadêmica Camila Cardozo destaca que a atividade chama a atenção pela forma que ela proporciona a construção do conhecimento na prática. "Só ver uma imagem não é a mesma coisa que construir o sistema", afirma. "A montagem das maquetes faz com que consigamos, na nossa cabeça, assimilar o que significa cada componente do sistema auditivo", diz.
Camila conta que é apaixonada pela graduação. "Eu amo a Fonoaudiologia, o curso é excelente, muito bom. Me arrependo de não ter começado antes". A coordenadora da graduação, professora Jenani Topanotti, comenta que o curso prima pela realização de atividades que contribuem desde o primeiro dia de aula com a formação de novos profissionais altamente qualificados.
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