2º Seminário de Corte e Leite fortalece vínculo entre academia e setor produtivo
Palestra silenciosa reúne acadêmicos, professores, técnicos e produtores em encontro sobre desenvolvimento em práticas de manejo e qualidade.
Na manhã de sexta-feira (28), ocorreu o 2º Seminário de Corte e Leite. Com palestras silenciosas, que ocorreram simultâneamente. O evento foi dedicado ao debate técnico e à atualização sobre as principais demandas da pecuária. Ele contou com grandes nomes do segmento, que abordaram temas essenciais para o desenvolvimento dos sistemas como práticas de manejo eficiente e inovações tecnológicas.
A atividade proporcionou aos ouvintes a oportunidade de aprofundamento em conteúdos que dialoguem com os desafios do campo, para compreenderem melhor as necessidades reais do ciclo produtivo. Adriano Ramos Cardoso, coordenador do curso de Medicina Veterinária, afirma a importância do Seminário para afirmar a região como referência. “Essa atividade indica a qualidade dos nossos produtos, principalmente a genética existente e o que o mercado exige. Por isso trouxemos palestrantes de alto nível, conhecidos mundialmente, capacitando ainda mais os produtores”.
O palestrante e Consultor de Projetos de Pecuária Intensiva, Roberto Barcellos, ministrou uma palestra sobre carnes de qualidade e todas as etapas da sua cadeia produtiva. “É importante que mostremos isso para a próxima geração, que muito em breve estará no campo. Por isso, mostramos todo o ciclo desde o pecuarista, indústria frigorífica, varejista e consumidor”.
Na parte de Leites, José Botelho, médico veterinário e Coordenador Técnico no território brasileiro da Vaxxinova, destaca o manejo de bezerras de leite desde o aleitamento ao desmame. “Essa é uma fase muito importante dentro das fazendas de leite, porque as bezerras de hoje são o futuro delas. Por isso, a ideia foi trazer dicas sobre manejos dietas e as principais doenças e pontos críticos aos quais o produtor deve prestar atenção”, comenta o palestrante.
A acadêmica do 8º período de Medicina Veterinária, Ana Clara Simonetti, viu a atividade como uma oportunidade única para aprender sobre a linha de produção. “Para nós acadêmicos, receber esse tipo de conhecimento de especialistas de alto nível é enriquecedor e auxilia no nosso desenvolvimento profissional, criando contato com diferentes setores”.
2025 Cascavel
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2025 Toledo
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