No último sábado (24), aconteceu o segundo encontro do Grupo de Estudo sobre Justiça Restaurativa FAG. O acadêmico, Clóvis Irian Alves Vaz, orientado pela professora Viviana Bianconi, está à frente deste trabalho, e junto dos demais participantes deste grupo, realizarão os encontros mensais, aos sábados, das 9h às 12h, de forma continuada, avançando em temas sobre mediação, conciliação e direito alternativo e sistêmico.
A Justiça Restaurativa é algo novo e ainda precisa ser melhor compreendida, pois além de servir como meio de resolução de conflitos, também atua de forma a prevenir que eles ocorram, por promover e estimular o diálogo, a empatia e a correspondência social. "Ela se assenta sobre os princípios da solidariedade humana, voluntariedade, conexão, celeridade, informalidade, entre outros. Tem por finalidade o aperfeiçoamento das instituições formais e informais e a prevenção da violência, numa concepção político-criminal", esclarece Viviana.
Conforme o acadêmico Clovis, a Justiça Restaurativa vem ampliando seus espaços de aplicação, que vai além de conflitos jurídicos, mas também problemas na comunidade escolar, comunitária e atinge as demandas da administração pública e os cidadãos, ou seja, há uma margem grande de demanda a serem melhor tratadas pelos métodos restaurativos.
A coordenação do Curso de Direito da FAG estimula a formação de profissionais qualificados para atuarem em todas as esferas de resolução de conflitos, por isso apoia a iniciativa dos acadêmicos na implantação deste grupo de estudos. Todos estão convidados a participar, as inscrições vão até 10 de setembro e valem para o período de 6 meses de atividade do grupo. Não há custos para participar e é também aberto ao público externo. Haverá emissão de certificados para os participantes que concluírem todas as atividades propostas.




