Viveiro de Conservação e Pesquisa do Centro FAG: um refúgio para aves silvestres no Paraná

Animais recebem cuidados de equipe especializada; viveiro também é laboratório para cursos de Medicina Veterinária e Ciências Biológicas

30/11/2023


Com 17,4 hectares, o fragmento florestal do Centro Universitário FAG abriga, há 18 anos, o Viveiro de Conservação e Pesquisa, o único do Paraná vinculado a uma instituição de ensino superior. 

O local é refúgio para aves silvestres que foram encaminhadas pela Polícia Ambiental e Ibama, após serem apreendidas, vítimas de contrabando. Atualmente, são 125 aves que vivem no bosque: araras, tucanos, gaviões e papagaios.

A estrutura possui um consultório; cinco viveiros, sendo 36 recintos equipados com aquecedores e nebulizadores que controlam a temperatura; e salas de alimentação. Exames complementares, cirurgias e demais procedimentos são realizados no Hospital Veterinário da FAG, anexo ao campus da própria instituição. 

As aves são assistidas por uma equipe de profissionais liderados pela médica veterinária, mestre em zootecnia, Ana Paula Gnoatto. “São sete dias por semana de dedicação a elas. O plantão é contínuo, sempre estou ligada no celular, e qualquer emergência me desloco ao viveiro. Temos uma equipe para cuidado contínuo”. 

A moradora mais antiga é a Nina, uma arara-vermelha que foi apreendida há 16 anos. Ela era mantida de forma irregular e chegou ao viveiro desnutrida. “É um problema muito comum dos animais que são encontrados em situação ilegal, pois como o ‘dono’ tem medo de perder a ave, ele não procura ajuda profissional, e acaba prejudicando a saúde do animal”, explica Ana

No viveiro, Nina recebeu todos os cuidados e se recuperou. Vive em cativeiro, mas compartilha o ambiente com outras araras da mesma espécie em um local cercado por mata nativa. 

A alimentação dos animais é rica em frutas, sementes, presas vivas e ração, tudo específico para cada espécie. “Por semana são mais de 80 quilos de frutas. Algo muito legal que fazemos é o enriquecimento ambiental, ou seja, estimulamos as aves com brinquedos feitos à base de sementes, isso as mantém ativas o que faz bem para a saúde física e mental”, ressalta Ana Paula. 

A reserva ambiental também é habitat de outras aves, quatis, cotias e lebres que vivem livres na mata, e serve de laboratório de práticas e pesquisas para acadêmicos de Medicina Veterinária e Ciências Biológicas, além de estar aberta para visitação de segunda a sexta-feira, das 08h às 17h30, e aos sábados das 08h às 12h. 








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